quarta-feira, fevereiro 04, 2015

Destino ou Clichê?

"Do you believe in faith boy?" Essa é uma das frases mais famosas do cinema americano. Falada pelo pai do assassino em série Mickey Knox ao mesmo, logo no início do filme, quando ele ainda era uma criança.

Quando criança somos inocentes. Acreditamos nas pessoas. Acreditamos em destino.

Um pouco mais tarde deixamos de acreditar nas pessoas. E temos dúvidas sobre o destino.

A dúvida e o medo nos mantém alerta. Nos deixa preparado para situações adversas.

Em algum momento das nossas experiências, normalmente durante a calmaria, perdemos o medo, acreditamos que podemos mudar o destino.

Nessa hora o prédio desaba. Você perde o chão. As coisas começam a dar errado e seu estado de alerta já não te salvará.

Eu acreditei, por um momento, que poderia mudar meu destino. Fui contra desconhecidos, amigos e familiares que tentaram me alertar. Clichês ou não, era contra meu destino. Amores a distância. Diferença de idade. A união faz a força...

A verdade é que não posso viver cometendo o mesmo erro. Mas então, e o destino? Encaro o clichê e tento quebrar um paradigma? Vivo em uma eterna utopia?

Na dúvida, bora viver.

domingo, fevereiro 01, 2015

Y´all Biatch!

Já dizia Jesse Pinkman, personagem de Breaking Bad! Adoro essa frase e como ele a pronuncia... Serve muito para os dias atuais.

Comportamentos humanos, como não julga-los?

Se você anda em um grupo, faz parte dele, ou fez em algum momento, esteja preparado para ser julgado como a maioria.

Não se surpreenda. Apenas olhe ao redor. Tenha consciência de como as pessoas ao seu lado se comportam. Como se vestem, Que tipo de coisas falam.

Nunca fique irritado se qualquer pessoa lhe fizer um pré-conceito. Provavelmente foi aquela idéia que você passou a adiante no primeiro encontro.

Somos todos preconceituosos. Não no sentido ruim da palavra, apenas que temos conceitos formados sobre muitos assuntos, pessoas ou situações. Eles quase sempre podem ser mudados. Depende, na maioria das vezes, de você. Seja para melhorar ou piorar sua imagem. Seu conceito perante a sociedade.

Sendo assim, repito, não se surpreenda. Entenda. Julgue. Assuma seus atos e consequências.

Yo bitch!

sexta-feira, janeiro 30, 2015

Reações desproporcionais

Todos os dias nos deparamos com um turbilhão de situações que colocam nosso equilíbrio a prova.

Clientes, chefes, amigos, colegas de trabalho, desconhecidos, parceiros, parceiras...

Trânsito, trabalho, lar, lazer, rua, viagem...

Não tem hora e não tem lugar.

É admirável conhecer pessoas que são lineares o tempo todo. Ao menos não se mostram descontroladas em ambientes sociais. Me dá a impressão que a vida dessas pessoas é sempre assim. Nem 8, nem 80. Sempre morna.

Eu não sou assim. Normalmente eu sorrio demais. Quando choro, choro muito mais. Sou assim. Cansei de ser uma pedra.

Tento viver em equilibrio, mas equilíbrio pra mim não significa ausência de emoções.

Fujo de confusão. Procuro ser um porto seguro para as pessoas que amo. Mas como disse não sou uma pedra.

Se explodi, não foi do nada. Não foi de uma hora para outra. Se falei que te amo, pode ter certeza, me perguntei mil vezes antes. E quando disse que te amo, amo.

Meu defeito é o extremo. Passo do ponto. Não faço para magoar. Não quero machucar ninguém. Talvez como um ato de desespero, extrapolo para colocar pra fora. Preciso me limpar. Necessito me esvaziar. Saia de mim!

Minhas reações desproporcionais tem preço. Infelizmente, temos todos que pagar. O preço que uma hora plantamos.

Não sou linear. Pago os preços que a vida me cobra. Se é bom ou ruim? Sinceramente, não sei.

segunda-feira, janeiro 19, 2015

Sou por inteiro

Ninguém te amou tanto quanto eu. E nem vai amar.

A certeza de todo sentimento incluso na frase acima vem de todo sofrimento passado e passando. 24 horas por dia. 7 dias por semana. 

A incerteza em saber se essa dor vai embora. A tentativa de fazer virar ódio toda essa tristeza que não tem fim. Em vão.

A busca pelas respostas das mesmas perguntas. Sem luz no fim do túnel.

Eu posso estar dramático. Posso mudar meu pensamento. Posso mudar meu sentimento. Hoje eu não mudo. 

Não mudo porque não posso. Querer, nesse caso, não é poder. Eu não estou conseguindo me controlar. Isto me tira do sério.

Detesto não estar no controle. Sempre me controlei. Como isto foi acontecer? Sinto-me um idiota.

Me lembro de uma velha canção da Plebe Rude: "Até quando esperar, até me ajoelhar, esperando a ajuda de Deus."

Sou orgulhoso. Confesso que não sei se quero voltar. Voltar no tempo. Voltar os fatos. 

Eu sou vingativo. Hoje, no meio dessa dor, eu queria você sofrendo. Agonia aos meus pés.

Eu sou 100%. Me entrego por inteiro. Te apoio na totalidade. Não sei ser metade. Não sei ser mentira.

Há quem diga que o mundo da voltas. E essa volta ainda vai dar. Não gosto de alimentar esperança. Mas essa esperança não quer sair de mim. Como fazer? Como esquecer?

Amnesia programada. Esperança renovada.




terça-feira, janeiro 13, 2015

O descompromisso com o compromisso

Pessoas são assim.
Engano nosso pensar que não.
Horário, dinheiro ou alimentação.

Eu te confirmo.
Eu te aviso.
Eu não fui.

Você me chama.
Você me espera.
Você se dana.

A confiança me é nata.
A desconfiança me é ensinada.
Em lições de descompromisso,
E ausência de caráter.

A vida nos ensina.
A vida me ensina.
Eu insisto em não aprender,
Se mata. Vai se foder!

Um amor não correspondido.
Um desrespeito virtual.
Um apelo desesperador.
A abertura pra um novo amor.

Seu descompromisso me enoja.
A falta de respeito me enoja.
Eu vou vencer, mais cedo ou mais tarde.
Porque lutar sempre foi minha arte.

Luto limpo mas sei ser sujo.
Não duvide. Não me afronte.
A vingança será minha.
Sem arrependimento. Sem perdão. Eu serei forte.

sábado, janeiro 10, 2015

É mais fácil destruir a construir.

Impressionante!... Dois anos e meio depois de momentos maravilhosos... Experiências inéditas... E viagens cinematográficas... Sabe o que restou?

Destruição. Raiva. Ódio. Pó...

Sempre ouvi e nunca acreditei. Destruir é mais fácil que construir.

Não, não é um simples cálculo matemático, digo isso aos engenheiros. Sentimentos não são medidos. Mas construir um sentimento e destruir outro, sim. Medido por tempo e intensidade.

Quase irreal é a experiência de tentar buscar tantos momentos bons vividos juntos, quando um final, devastador, coloca uma história totalmente ao chão.

Não há lembrança que possa salvar. Foto,vídeo ou áudio. Nessa hora, amnésia...

Triste é a realidade. Mas, enfim, realidade.

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Não é tecnologia, é feitiçaria!

Dois meses se passaram e o tempo ainda não me ajudou.

Meu coração ainda está mole. Fraco. Enfeitiçado.

Quanto tempo ainda vou perecer? Ainda não cheguei ao fundo do poço? O que mais preciso sofrer para me levantar de uma vez por todas?

Eu não aguento mais. Juro que estou tentando. Só me falta frequentar igrejas, templos e o candomblé. Por mais que eu reze, meu coração não esfria. Não endurece como eu gostaria.

Preciso recuperar minha frieza de uma vez por todas.

Meu lado racional não suporta mais. Meu lado emotivo não suporta mais.

Será que meus erros foram do tamanho e da intensidade do meu sofrimento? Muitas perguntas sem respostas.

Minha meta é esfriar e nunca mais me doar. Ou doar sem me envolver. Ser inocente no mundo de hoje não é pra mim. Na verdade ser inocente nunca foi bom. Nem será. Pra mim.

A entrega tem que ser recíproca. E como diz uma amiga, Nanda Mello, reciprocidade é uma delícia.

Quando uma pessoa se dá mais que outra, desequilibrada a vida fica. Eu me entreguei de corpo e alma. Cada vez mais. Quando me enxerguei, eu já não estava mais comigo. Vivi para outra pessoa e esqueci de mim mesmo. Perdi.

Se fode e aprende. Esfria. Pedra de uma vez por todas.

quinta-feira, janeiro 08, 2015

Eu não sei perdoar.

Numa boa, cansei de ouvir que devemos saber perdoar para ter uma vida mais leve e blá blá blá... Bullshit!

Eu não sou Deus, Jesus Cristo ou qualquer outro santo. Sinto muito. Eu não sei perdoar e provavelmente nunca vou saber.

Na verdade sou muito mais vingativo. Não que eu farei qualquer coisa para machucar alguém. Física ou psicologicamente. Mas sinceramente, também não vou achar ruim que minha lembrança puxe seu lençol durante o sono.

É como ser assaltado. Sabe aquele papinho do tipo: "ainda bem que você não se machucou, foram apenas perdas materiais..." Ah, meu filho... vai a merda! O que eu quero é ver aquele assaltante morto e ponto final. Eu não vou mata-lo, mas que eu gostaria que de vê-lo morto eu gostaria.

É assim comigo, quando me sinto prejudicado, machucado, enganado, eu quero distancia. Quero que tal pessoa desapareça, mude de planeta. Exclua meus amigos de todas as redes sociais. Não quero pensar o quanto fui idiota, me doando para aquela pessoa. Todos erramos, mas tudo tem limite.

Não me entenda mal, também acho que o tempo cura tudo. Curar não é perdoar e muito menos esquecer. Apenas não sou hipócrita para dizer que está tudo bem.

sábado, dezembro 27, 2014

Eu gosto de romances.

Não os romances tradicionais, com seus roteiros felizes e clima perfeito. Gosto de situações engraçadas, um pouco de sátira. Um pouco caricatural. Entretenimento fora da realidade.

Acho que os problemas apimentam a relação. Sejam eles reais ou completamente fora deste mundo.

Filmes como Sr. & Sra. Smith ou Assassinos por Natureza me fazem sentir bem.

Mesmo não tendo muito em comum, as situações extremas e irreais mostradas nestas películas, me deixam fantasiado e com uma leve sensação de realidade.

Problemas conjugais, todo casal tem.  Mickey and Mallory... John and Jane... Mas o mais legal é que eles, os quatro, são assassinos e com um certo poder acima da vida real. Ainda assim enfrentam os mesmo problemas conjugais que nós, meros mortais. Isso é muito legal!

Amores e primeira vista. Assassinatos. O poder de conciliação do casal. São pontos comuns em ambas histórias. Me tiram um pouco da realidade e me dão esperança de encontrar alguém, assim como eu, que vê relação nas coisas mais loucas da vida, mas que quer levar uma vida normal, com problemas comuns e um final feliz.

quinta-feira, dezembro 18, 2014

Eu sou a ira de Jack

Estou em todo lugar.
O tempo todo.

Passo a maior parte do tempo adormecido.
Aumentando minha força.
Colhendo combustíveis.

Notícias tristes.
Fatos consolidados.
Agonia.

E eu aumento.
Em tamanho,
Força
E poder.
Não acordo.

Raiva me alimenta.
Ódio me alimenta.
O amor não salva.
Acalma.

Eu nunca morro.
Posso estar controlado,
Mas estou sempre ali...
Quieto,
E sempre preparado.

Ao menor sinal,
Uma palavra jogada,
Uma foto postada,
Uma jarra derramada.

Kill'em All!
Save yourself!
Get back to the mountains!
I shall not spare anyone!

quarta-feira, dezembro 17, 2014

A transformação dos sentimentos.

E no começo era vazio. A conformação tomava conta de mim.

De uma total falta de perspectiva surgiu um brilho no olhar. Parecia que o fim resolveu dar uma volta e tardou a definição da vida para outro momento.

Músicas de notas repetidas, embalavam a natureza ao seu redor. Cenário perfeito para uma mudança. De conformação à esperança.

A coragem surgiu. Sabe-se lá de onde. Criou força nas pernas e nos lábios. E fez aquele momento sem expectativa, colorir. E mostrar que a maré virou ao meu favor.

Dias se passaram, pessoas se encontraram. O desejo que os brindou desde o momento primeiro, preparou os corpos para a chegada do carinho. E este, por sua vez aumentou, exponencialmente a cada toque.

Nem tudo corre em águas serenas nessa vida. O medo, que sempre nos rodeia, resolveu dar as caras. Na primeira viagem, a incerteza sobre um mês passado deu espaço ao medo. Ele chegou, entrou sem bater e se instalou por alguns dias.

Dias que foram meses. E quão espetacular é a batalha entre coração e mente! Eis que o carinho cresce com a distância. E cresce de tal forma que espera uma chegada, noventa dias depois, para expulsar o medo naquela momento para bem longe. Tão longe que aparentemente não voltaria mais.

O triunfo dos corpos juntos novamente abriu espaço para o carinho, vitorioso, preparar a chegada daquele, muitas vezes dito o mais nobre dos sentimentos...

Aconteceu de maneira surpreendente. Apesar de permanecerem juntos, estava decidido que haveria uma separação novamente. Desta vez mais longa.

E não é que lá, no velho continente, o amor chegou. E chegou com estilo. Ao som de Beatles. No Cavern Club. Quer mais?

Passaram-se meses. E mais meses. E mais meses. E não é que esse amor joga duro? Ele permaneceu. Firme apesar de longe. Momentos saudosos, raivosos e tristes não fizeram com que ele se afastasse. E foi assim até a chegada, sete meses depois.

Dias de calmaria. Momentos de paz e amor. Como se não tivesse fim. Como se nada no mundo pudesse atrapalhar.

Esse foi o maior pecado. O amor precisa ser nutrido. De ambos os lados. Precisa ter equilíbrio, sintonia. Se um está mal, o outro deve abrigar. Se um está bem, deve dividir. Se ambos estão distantes, devem caminhar para encurtar relações. Não aconteceu.

E, de fininho, o amor foi saindo de cena. Cada dia mais distante de um e despercebido ao outro.

Desentendimentos. Brigas. Falta de diálogo. Pouca intimidade. Pouca conversa. Levaram o amor para tão longe que não se podia mais vê-lo ou ouvi-lo.

Eis que alguém resolve parar de lutar. Sem energia se cansou e resolveu despejar um mar de tristeza acumulada de uma só vez. E lá deixou toda ela em uma só pessoa. Com seu sofrimento. Horas... Dias... Semanas. A tristeza virou desespero quando alimentada. Baladas, curtição, viagens, paquera. Tudo documentado em redes sociais serviram de combustível para algo pior que a tristeza. Agonia. Aos gritos pedia a volta do amor. Nem ele conseguiu ouvir tal súplica.

Mau comportamento, seja ele proposital ou não, visita o inferno do mesmo jeito. Estava errado. Está errado! Tentar justificar o injustificável. Uma vez que as marcas já haviam se instalado como cicatrizes em sua alma, já era.

A força encontrada foi a transformação da tristeza em raiva. Momentos de ódio. Ataques de ira. Internos. Atormentam o interior de alguém que a dias atrás só deseja o bem.

E se é pra melhorar. Vamos melhorar! Na raiva. No ódio. No não querer mais bem.

Equilibre-se na corda bamba dos sentimentos. Não brinque. Principalmente com o dos outros.

E se for verdade que o amor vence tudo, aqui ele também renascerá.

terça-feira, dezembro 09, 2014

Qual parte você não entendeu?

Viver civilizadamente hoje em dia é uma tarefa árdua.

Pessoas egoístas e mal educadas. Trânsito caótico. Escândalos de corrupção no governo. Abuso de autoridade etc. Tudo isso serve para motivar mais intolerância, desrespeito e violência, seja ela física ou psicológica.

As pessoas mais próximas podem ser um porto seguro em um oceano de manifestações negativas. Pessoas educadas que lhe recebem com um bom dia verdadeiro acompanhado de um sorriso confortante.

Aliás, um sorriso pode fazer-lo esquecer por um momento todo um universo de coisas ruins que te acompanham naquele dia. Um oásis. Calmo e refrescante.

O pior a acontecer nesses dias nebulosos é receber de uma pessoa conhecida, outrora próxima, não uma ajuda, mas um empurrão para lhe colocar ainda mais ao fundo do poço. Traição! Mesmo com a confiança já abalada, não se espera tal comportamento. Especialmente estando as partes avisadas daquele incômodo tão venenoso para um dos lados. 

A tristeza vira raiva. O amor vira ódio. E vontade é de tirar satisfação: "Você é burra? Qual parte não entendeu? Deve estar fazendo de propósito... o que você ganha com isso?"

Desabafos a parte, vamos sangrando e vivendo. Alimentando a negatividade do dia a dia. Confiando cada vez menos nas pessoas. E esperando chegar novamente àquele oásis. Acalma a alma e refresca o coração.

segunda-feira, dezembro 08, 2014

A receita da frieza.

Em primeiro lugar, consiga a confiança.

Conquiste a família, os amigos e até o cachorro. Faça os pais gostarem de você. Se conseguir irmãos e irmãs, melhor ainda.

Faça se sentir amado. Responda a declaração de "eu te amo" da maneira mais honesta possível.

Alimente o desejo de estar junto. Uma mistura de interesse e pequenas brincadeiras de ciúmes.

Adicione planos. Compre-os. E passe a certeza das próximas férias, feriados ou festas juntos.

Inclua algumas brigas ou desentendimentos para apimentar a relação e dar um ar de suspense.

A cereja do bolo será o fim. Após uma suposta resolução de conflito entre o casal.

Quem colocou o ponto final sairá por cima. O outro lado estará desmoronado, escondido e envergonhado.

Para uma pá de cal, saia, logo que uma amiga convidar. Balada forte. Pagação. Pegação. Com o primeiro que pintar. Beijos e sexo vazios. Carência é desculpa. Machuca.

Terminando assim. Uma conversa seca. Um passado sem valor. Tempo gasto. Tempo perdido.

Sirva, frio.

sábado, dezembro 06, 2014

Vivemos em uma rede social

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Postagens
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Mentiras curtidas.

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Comentários surreais.
Felicidades irreais.
Tristezas reais.

Escondidas.
Moram ali.
Atrás de sorrisos,
Falsos sorrisos.
Publicados.
Curtidos.
Virais.

Busca insensata,
Mil seguidores.
Fake followers.
Fake profiles.

Perfis populares.
Popularidade a prova.
Quem tem mais.
E a espontaneidade, 
Acabou.

Delete profile. Confirm!

sexta-feira, dezembro 05, 2014

Por uma vida com mais soluções e menos desculpas.


"Quem quer uma desculpa?

Tem pra todo mundo... tem pra todo caso... 

Vai querer uma desculpa aí freguês?"

Parece uma feira livre, desculpas pipocam por todos os lados. 

Tristeza, raiva ou carência servem de desculpa por magoar. Preguiça, tempo ou cansaço servem para não cuidar da saúde. E vamos lá, segue a vida...

Qualquer pessoa pode te ajudar. Família, amigos, inimigos. Todos, sem exceção, servem como desculpas, e oferecem desculpas, mentiras e falsas verdades por aí.

Encontrar alguém que proponha soluções. Substanciais. Sejam elas a curto, médio ou longo prazo. Esse é o desafio. Não é fácil, mas pode ser encantador.

Alguém que lhe ofereça apoio e companhia. Alguém que te acompanhe no processo de solucionar seus problemas. Alguém que esteja presente, para te aconselhar, acompanhar, acalmar e, se necessário, dar aquele puxão de orelha! Essa pessoa te fará crescer. Trará o bem até você.

Evolução! Necessária a todos. E com acompanhamento.

Hora de aderir a campanha: "Por uma vida com mais soluções e menos desculpas." Logo menos mágoas...

quinta-feira, dezembro 04, 2014

Pessoas comuns

A transformação de valores na sociedade moderna tem efeito direto no aumento do machismo, na desvalorização da mulher e na consequente banalização do sexo e do casamento.

Infelizmente, as pessoas comuns, têm toda a culpa nisso. Fortalecem o sistema. E sempre arrumam desculpa para seus deslizes.

Enquanto uma pessoa opta ser "diferente" da maioria. Valorizar o parceiro. Buscar alguém especial que lhe valorize de acordo princípios morais. Outras vivem, apenas, um momento parecido.

Nesse momento, uma pessoa se apaixona pela outra e acontecerá um conflito futuro. Até então, cegos, essas pessoas vivem uma fantasia a dois. Mundo perfeito.

Uma opção e um momento são estados completamente diferentes que, quando juntos, estão fadados ao fracasso.

No ápice de uma relação, começa a se tornar fácil visualizar quem é quem. A intensidade de cada ação detona respostas diferentes. A sintonia se vai.

Pessoas comuns tomam decisões comuns, fáceis, fogem da busca de uma resolução consistente. Colocam um ponto final onde deveria haver uma vírgula.

O que sobra além da decepção é a tristeza de ter sido enganado. Sobra a tentativa de resgatar aquele momento, outrora, infinitamente feliz. Sobra achar que passou um tempo substancial da sua vida se doando. E que no final você foi usado.

Por outro lado, as pessoas comuns se entregam ao primeiro sinal de fraqueza. Trocam uma champanhe por um beijo, uma dança por um sarro. Dinheiro por sexo. Um noite e nada mais.

E a vida segue assim. Vazia. Triste. Fútil. Cheia de pessoas comuns.


quarta-feira, dezembro 03, 2014

Auto-engano

Eu crio monstros em minha cabeça.

Administro fantasmas.

E, ocasionalmente, fantasio anjos.

Anjos que surgem de momentos quase inesquecíveis. Geram expectativas exageradas.

Exageros que nunca lhe perdoam. Te jogam no chão. Sem cerimônia Ao primeiro sinal de decepção.

Eu quero ir embora.

Apagar a luz.

E ver o dia nascer de novo.

O problema fica sério quando os anjos viram demônios, e insistem em não sair da sua "morada". 

A noite parece nunca acabar.

sexta-feira, setembro 28, 2012

Administração do Ser. Humano.

Administrar não é nada fácil. Matemática, matemática financeira, estatística, contabilidade, teorias humanistas, comportamentais e filosóficas, recursos humanos e por aí vai.

Uma complexidade de informações históricas e atuais que devem ser estudadas, comparadas e confrontadas todos os dias para saber como agir em cada momento. Saber o que fazer numa época onde a economia regional, nacional e mundial estão ligadas e não há como sair disso.

Ter feeling é fundamental quando especulações podem quebrar e alavancar uma pessoa, uma empresa ou um país inteiro da noite para o dia.

Mas me conta aqui, conseguiria você administra um ser humano?

Como seria conviver com razão e emoção nunca perfeitamente equilibradas mas constantemente em conflito? Harmonizar e confrontar os dois polos. A cada dia. A cada acontecimento.

Racionalizar o tempo do trabalho e potencializar cada relacionamento em prol de uma vida social feliz.

Relacionar com uma pessoa, aquela pessoa que te tira do chão ou faz seus joelhos tremerem, de maneira que o amor dado não deve ser muito nem pouco. E ao mesmo tempo deve ser verdadeiro, recíproco e eterno.

Superar a relação tempo X distância. Independente de for poucos metros ou muitos quilômetros. Se for minutos ou meses. Consciente que ele ou ela pode nunca mais voltar. Seja para um ligar ou para uma pessoa.

Um mix de tristeza paciência e esperança que nenhuma faculdade poderá te ensinar, exceto a escola da vida.

quinta-feira, setembro 27, 2012

Hoje eu comprei morangos.

A vida deveria ser mais simples.

Jargão conhecido de muitas pessoas, a frase acima começa a fazer sentido quando a colocamos em prática.

Não necessariamente em prática, talvez dar continuidade a rotina mas sem análises profundas demais. Sem problemas e situações imaginárias.

Melhor ainda, seria mais simples conseguir fazer o que se tem que fazer. Viver. E, por instante que seja, conseguir lembrar de coisas que te  fazem sorrir.

Hoje eu comprei morangos e lembrei de vc...

Saudades com risos e gargalhadas.

sexta-feira, março 23, 2012

8 meses depois...

Quase uma gestação.

Oito meses depois de publicar meu último texto eu voltei.

Voltei sendo o mesmo.

Menos paciente. Menos tolerante. Menos falante.

Mais picante. Mais agressivo. Mais debochado. Mais irônico. Mais sarcástico. Mais fiel. Mais amigo. Mais pensante.

Mais EU.

Não, não pense que mudei. Mudei mas voltei.

Adorei muitos comentários recebidos.

Detestei comentários anônimos. Principalmente aqueles com tom de auto-ajuda. NÃO PRECISO DE SUA AJUDA!

Espero ter tempo para escrever mais. Minha vida anda ocupada como nunca outrora. O que é bom!

Um dia ouvi pessoalmente de um líder: "Quando mais ocupado, mais tempo arranjamos para fazer algo."

TRUE.

I´m back and God bless we all.